quarta-feira, 19 de outubro de 2011


Grande descoberta


O destino que talvez nunca fosse o mesmo...
O destino de um pequeno menino
Com uma venha infância
Talvez nos mostre
A beleza e a exuberância
De algo feio a sinônimo de adulto

Este pequeno menino
Que foi adulto, mesmo que pequeno.
Foi mais longe
Que adultos transvestidos de meninos

Uma sátira ao destino
Talvez fosse o amargo doce de ser menino
Um menino que acreditava
Em mundos e fundos
Dias e noites não sombrias
Facas que não cortavam

Mas quando este grande menino
Bateu na porta do destino
Perdeu a inocência de ser menino....

quinta-feira, 8 de setembro de 2011


Dançando com a lua

A dançar da lua, nos mostra como vivemos em perfeito e harmonioso sistema natural, a sua dança com o sol é perfeita, uma bela paixão que começou em tempos memorias. Ah busca de sempre refletir o que o outro sente, mas com cores diferentes avermelhadas e esbranquiçadas. Com tons diferenciados sabemos como esta o sentimento do luar.

Com faces diferenciadas hora só aparecendo o seu sorriso, hora aparecendo toda a sua face com toda magnitude.

O luar é tímido em comparação com o sol, mas mesmo assim rege as mais lindas serenadas de amo!

Por que quando olhamos para a lua sempre nos lembramos de coisas boas?

Bom eu acho que pelo simples fato! Por que as coisas mais especiais de nossa vida acontecem com um Grande espectador.

Bom esta dança dendê a ir até o fim do começo, o meio da metade o sorriso da meia idade, até por que somos tão jovens! Com todo este mundo para dançarmos.


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terça-feira, 19 de julho de 2011


Nossa terra amada

Olho para o lado

Vejo meu pai

Se nada

A seca veio ate nós

Nunca soube o real significado de “seca”

Sempre ouvi historias

Cantaroladas por homens de pele parda

Mas não era aquilo que me contaram

Veio devastando o meu mundo

Até meu primeiro companheiro morrera

Todos os passos do meu pai

Acabaram em palhas secas

Aquela história...

Em outrora linda, agora;

Foi queimada junto com a esperança

Meu pai desesperado

Chorando amargurado

Liga para o meu avô

Meu avô de uma terra tão longe

Fala para ao meu pai:

-Venha a uma terra distante

Meu pai desesperados

Pega meus irmãos

E sai sem da explicação.

Na estrada minha Irma

Já amargurada

Pede para o meu pai

-pai, vamos voltar para nossa terra amada

Com uma resposta curta o meu pai fala;

-menina me mostra à bunda

Minha Irma quase sem energia

Levitando para o céu da vida

E o destino da minha Irma acabaria?

E meu pai

Arrependido

Pede ao nosso santo

-de vida a minha filha

Mas as preces foram em vão

O motorista

Do ônibus

Desesperado

Para o carro em uma cidadezinha

Meu pai corre desesperado

A um hospital que não tinha

Minha Irma morre ao seu lado

Perdemos a hora e ficamos acordados

Depois disso meu pai

Sem o visto

Pega o corpo

E vai para a terra do meu avô amado

Chegando La

Meu avô com muita dor

Pergunta

-Cadê minha neta Dasdor

Meu pai em prantos

Mostra La no canto

Uma caixa apelidada de caixão

Meu avô corre desesperado

Pergunta,

- o que eu fiz de errado?

Meu pai com lagrimas correndo

Fala ao meu avô

Me ajude porque, eu não esqueço a dor

Meu avô quase com poucas

e nulas palavras, fala:

-não quero um filho que matou Dasdor

Meu pai em uma cidade grande

Sendo, um grade homem

Se vê desesperado

Com dois filhos do lado

Corre procura o primeiro emprego

Um emprego em curto prazo

Bom eu acho que era um pedreiro

Meu pai que era vaqueiro, cangaceiro

Se vê um empregado

Com má remuneração

De da do no coração

50 anos se passaram

Hoje meu irmão

Com roupa lavada e passada

Mas preso em uma ladra

Não ver mas um futuro

Só vê a cela quadrada

Meu pai que sofreu na mata

Hoje com água encanada

Não tem a saca que tirou

A vida dos meus irmãos

Meu pai que foi o meu heroi

Talvez montado de caubói

Trouxe minha família

Para ao nosso lar chamado; Brasília.

Hoje com 50 anos

Talvez levianos

Para a historia dos vacanianos

Meu pai um homem feito

Um velho encrenqueiro

Ver-se orgulhosos

De ter um filho; bombeiro

Hoje em época de chuva

Meu pai enxugar as lagrimas

Lembrando da nossa terra

“Amada”.

terça-feira, 12 de julho de 2011


Será mistério...?

Será que todas as árvores sabem realmente as suas funções ou apenas existem?

Muitas vezes questionadas por apenas estarem “ali”, muitas vezes amadas por apenas existirem.

Não peça para uma árvore ser livre, porque ela não pode fazer o que se pede. Este é o verdadeiro sentimento de um pequeno arbusto, um sentimento de servidão ou apenas um sentimento nobre.

Embaixo de uma serena árvore, podemos sentir o verdadeiro perdão com sombras que nos acolhe fazendo que seja um fim de uma bela tarde.

Para uma nobre árvore, você pode contar os segredos mais íntimos, pode esperar a magnitude de sua resposta, para isso você apenas tem que ser paciente.

“Existem milhões de árvores, a grande maioria prefere não se mexer. Grandes ou pequenas de qualquer forma são todas verdes, oriundos de varias raízes ramificações da mãe natureza, algumas desprovidas de beleza, elas possuem vida e não sabem. Duvidam de sua capacidade, mas nos alimentam. Estas são “AS ÁRVORES”.”

Para nos, a futilidade das árvores faz com que deixem de existir, todavia são mais importantes .

Eu poderia passa mil anos embaixo de uma árvore, ficaria a eternidade envolta de sua proteção.

Eu passaria todo o resto do tempo “ali” deitado e escrevendo o futuro com vários questionamentos.

Mas a única pergunta que até hoje não encontrei um resposta. Depois de tanto tempo em baixo de uma arvore foi a seguinte;

Será que as sementes que eu vi cair, foram às mesmas que brotaram depois de tanto tempo que eu tentei faze-las florescer?

Cada arvore é um começo ou o fim de uma vida, suas folhas são apenas momentos.

Para uma velha amiga!

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sexta-feira, 8 de julho de 2011


Mudança


A mudança é inevitável, isso por que estamos em constante movimento em nossa vida e nossa historia, porem o essencial é ditar até aonde a necessidade de mudança.

Pessoas são ludibriadas a acreditarem em mudança milagrosas com águas mágicas, pedras fantásticas, etc. Mas esquecem que a mudança tende a partir delas próprias, não adianta as pessoas procurarem abrigos momentâneos e depois da tempestade saírem na calmaria.

O comodismo das pessoas a aceitação de milagres sem ao menos tentarem a mudança, passa por um estágio no mundo moderno deprimente, isso por que estamos deixando ou acreditando que não podemos guiar a nossa própria vida, você esta sendo apenas um espectador da novela chamada “sua vida”, não temos o controle do que é necessário para tomar as rédias da nossa vida, A Mudança. Estamos presos em nossas próprias construções.

É prescindível que escrevamos nossas próprias historias, mas estamos sendo apenas coadjuvantes, vendo a vida passar.

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segunda-feira, 27 de junho de 2011


Relatividade e tempo

Há alguns anos atrás um notório cientista nos falou que o tempo era relativo, que era apenas um ponto de vista, um ponto que poderia ser diferenciado em cada situação.

O que este brilhante cientista nos falaria a respeito de um novo tempo, “o hoje”?

Eu acho que ele usaria nas seguintes palavras; A passividade do homem em relação ao tempo é deprimente, veja só; o homem tenta da maior e pior forma de compactação do tempo, o comprimindo de tal forma que homens, mulheres e crianças tentam alterar a variação natural do tempo, esta é a pior forma de brincar com o que nos define.

O homem apenas esqueceu-se de ser livre mesmo com tanta liberdade, isso por que somos escravos do nosso próprio ego, quanto mais longe chegarmos maior será o nosso reconhecimento, o que importa ser reconhecido sem ter um alto reconhecimento? Isso só faz com que joguemos fora as chaves de nossas vidas.

O que seria da vida sem uma narração, uma marcação, anos, horas e tempo?

Só temos que perceber que a menor distancia entres dos pontos é apenas “ uma” reta, então não tente construir a sua vida em linhas tortas, tempos corridos e tempos comprimidos , vá sempre para frente, e leve a vida de vagar.